Mora no exterior? Veja o que você precisa saber sobre o INSS e a saída fiscal

Mora no exterior? Veja o que você precisa saber sobre o INSS e a saída fiscal

Morar fora do Brasil não significa que você perdeu o tempo de contribuição ao INSS. Dependendo da sua situação, é possível continuar contribuindo mesmo vivendo no exterior. Mas, antes de emitir novas guias, vale entender se isso realmente faz sentido para o seu planejamento previdenciário.


Sim. Brasileiros que vivem no exterior podem, em determinadas condições, contribuir como segurados facultativos. A escolha da modalidade e do valor da contribuição deve considerar seu histórico previdenciário, quanto tempo falta para se aposentar e o benefício que pretende receber.

Por isso, continuar pagando todos os meses sem fazer as contas pode não ser a melhor opção. Um planejamento previdenciário ajuda a entender quanto tempo ainda falta, quais são as alternativas e se vale a pena continuar contribuindo.


O Brasil tem acordos previdenciários com alguns países que permitem, conforme as regras aplicáveis, somar períodos de contribuição para cumprir os requisitos de acesso à aposentadoria.

Mas atenção: aproveitar o tempo de contribuição não significa transferir os valores que você pagou de um país para outro. Além disso, utilizar esses períodos pode influenciar o cálculo do benefício, dependendo das regras de cada sistema previdenciário. Por isso, é importante avaliar o impacto antes de tomar uma decisão.


Quem mora no exterior e recebe aposentadoria brasileira também pode ter dúvidas sobre a saída fiscal, especialmente em relação à tributação do benefício e à manutenção de uma conta bancária para recebê-lo.

Essas questões precisam ser analisadas de acordo com a situação de cada pessoa. A saída fiscal formaliza a mudança da residência fiscal, mas não elimina automaticamente as obrigações tributárias no Brasil. Por isso, manter a situação regularizada é importante, principalmente para quem também tem rendimentos no exterior.

Antes de decidir como contribuir para o INSS ou deixar de fazê-lo, procure orientação especializada. Planejamento previdenciário e regularização fiscal são assuntos diferentes, mas ambos podem fazer parte da organização da sua vida financeira no exterior.


Preencha nosso formulário de diagnóstico fiscal para a saída definitiva. Nossa equipe vai analisar as informações e indicar o serviço mais adequado para o seu caso.

Quer saber se vale a pena continuar contribuindo para o INSS?

Entre em contato com nossa advogada previdenciária, Ana Beatriz, e solicite um planejamento previdenciário para avaliar seu histórico de contribuições e suas opções para a aposentadoria.

Assista ao vídeo completo que inspirou este post:

Até breve 🙃